Quando

30 DE ABRIL 2017

Endereço

Parque Luis Latorre. Av. Prefeito Erasmo Chrispim, 100

Splashcletas

Guilherme Teixeira (SP)

Bicicletas adaptadas funcionam como máquinas de pintura. Um participante pedala para acionar a rotação do papel que fica em frente à splashcleta e outro escolhe as cores e a forma de aplicar a tinta. O resultado são pinturas abstratas que variam conforme as escolhas de tinta e a intensidade das pedaladas.

Cine Olho (SP)

Como se espiasse pelo buraco da fechadura, o público pode desfrutar dos primórdios do cinema em minissessões temáticas, que mostram os primeiros beijos, os primeiros monstros e os primeiros efeitos especiais da história da sétima arte. Seleção de obras cinematográficas dos anos 1900 a 1940 são a essência da programação.

Miniteatros de Sombras

Grupo Girino (MG)

Como fotógrafos lambe-lambe, a trupe mineira leva suas quatro peças, pequenas em tamanho e duração, em caixas. O espectador assiste à apresentação espiando em um olho mágico e com auxílio de fones de ouvido. As narrativas oníricas realizadas com a técnica do teatro de sombras duram 2 minutos.

Pé da Letra

Coletivo Muda Práticas (SP)

Marcadores de livros frutificam nos galhos de uma curiosa árvore. No pé da letra, frases poéticas impressas nos marcadores convidam o público a conhecer a obra de autores como Cecilia Meireles, Mel Duarte e Manoel de Barros, entre muitos outros. Seus livros estão disponíveis para consulta.

Ordinarius (RJ)

A voz é o instrumento principal deste sexteto. Executado a cappella ou enriquecido com violão, cavaquinho ou percussões variadas, o eclético repertório do grupo visita gêneros brasileiros e internacionais, divertindo o público com as surpresas proporcionadas pela música vocal.

DJ Pardí (SP)

O DJ já tocou nas principais casas e eventos de São Paulo, como Cine Joia e Virada Cultural. É sócio do Grupo Pardieiro, que organiza as festas Baila Baila e Pardieiro. Suas influências são a música popular brasileira e latino-americana.

Encontro Atlântico

Ballet Afro Koteban (SP)

A produção coletiva do grupo, formado por artistas da Guiné e da diáspora africana no Brasil, busca pensar a atualidade de nossa ancestralidade africana por meio do oceano Atlântico. Cinco músicos tocam djembés e doundouns, diferentes tipos de tambores, e três dançarinas executam a coreografia.

Caixas Mágicas

Mario Kamia (SP)

A caixa, elemento-chave para um ilusionista, é o centro deste espetáculo, que explora desde equipamentos feitos com caixas de papelão até as grandes caixas de ilusionismo.