Fazer Parte (Sob O Céu De Bragança)

É muito divertido. Essa interatividade é algo que nunca tínhamos aproveitado. Não só a gente, mas jovens, crianças, idosos, todo mundo se jogou e entrou na dança do Circuito. Juliana Santos, que aproveitou o dia com sua irmã Bruna.

A caravana chegou logo cedo. Os equipamentos já foram descobrindo seus espaços. A trupe deslocando seus pertences das malas para começar suas preparações. O sol bateu forte. Suando, a equipe foi acertando o som, brincando como se estivessem no quintal de casa. Com a alegria que se faz inerente ao artista, foram descobrindo a cidade e ela também foi descobrindo a arte que se faz no Circuito.

      

Pouco a pouco, o público foi aparecendo. Curiosos, foram de observadores a participantes. Seja apresentando sua produção poética com os Poetas Ambulantes, dançando com a Muovere Cia. de Dança Contemporânea. Atentos, como em um transe, acompanharam o movimento mágico do Ritual das Esferas.

    

A noite chegou e com ela a batida do pé, as rimas e repentes de Caju e Castanha, com o público rindo e mexendo o esqueleto. E pra fechar o dia, a Cia. do Quintal, com a ajuda do público – sim ele de novo, essencial ao artista – promoveu uma batalha de improvisos pra deixar a noite de Bragança ainda mais proveitosa. O público vai pra casa feliz e a trupe do circuito idem. Bora pra próxima cidade?

Me senti parte. Eu entraria no ônibus e seguiria junto. Cibele Silva, que apresentou sua poesia e vivenciou cada momento do Circuito.

Escrito por:

Giuliano Martins

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